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Após a perda de peso, é comum surgir uma nova queixa: a flacidez corporal. Isso acontece porque a pele, que antes estava distendida, nem sempre consegue acompanhar a redução de volume no mesmo ritmo. O resultado aparece principalmente em regiões como abdômen, braços e coxas, com aspecto mais solto e marcado. A boa notícia é que existem abordagens clínicas capazes de atuar diretamente nesse processo, respeitando o grau de flacidez e as características de cada paciente.
Durante o ganho de peso, a pele se expande para acomodar o aumento de volume. Quando ocorre o emagrecimento, especialmente de forma mais rápida, essa estrutura pode não conseguir retrair completamente.
Esse comportamento está relacionado à quantidade e à qualidade das fibras de colágeno e elastina. Quando essas fibras estão reduzidas ou desorganizadas, a pele perde capacidade de sustentação, o que leva ao aspecto mais flácido.
Do ponto de vista clínico, esse cenário é esperado após perdas de peso significativas, inclusive em pacientes que utilizaram medicações para emagrecimento.
A diferenciação ocorre pela resposta da pele ao movimento e à compressão.
A pele apresenta leve perda de firmeza, com aspecto discretamente mais solto. Ao dobrar regiões como o abdômen, surgem pequenas marcações.
Há maior excesso de pele, com mobilidade aumentada e menor capacidade de retração espontânea.
Essa classificação orienta a escolha do tratamento, já que diferentes tecnologias atuam em profundidades e intensidades distintas.
Essa associação é indicada para flacidez leve, quando ainda há boa resposta biológica da pele.
O ultrassom microfocado atua em camadas mais profundas, promovendo pontos de coagulação térmica que estimulam retração. Já o bioestimulador de colágeno atua ao longo das semanas, incentivando a produção de novas fibras.
O estímulo térmico gerado pelo ultrassom ativa um processo de reparo tecidual. Em resposta, o organismo inicia produção de colágeno.
Esse processo não é imediato. A evolução ocorre de forma gradual, conforme a reorganização da estrutura da pele.
Quando há maior excesso de pele ou associação com gordura residual, tratamentos com maior capacidade de retração costumam ser necessários.
Nesses casos, o objetivo deixa de ser apenas estimular colágeno e passa a incluir uma ação mais direta sobre a contração da pele.
O Endolaser é um procedimento minimamente invasivo realizado com uma fibra inserida sob a pele, que emite energia laser de forma controlada.
Esse efeito térmico promove retração mais evidente, sendo indicado em quadros mais avançados.
Sim. Durante a aplicação do Endolaser, o calor gerado também atua sobre pequenos depósitos de gordura que permanecem após o emagrecimento.
A redução desses depósitos por meio do uso do Endolaser contribui para um contorno corporal mais uniforme, enquanto a pele sofre retração simultaneamente.
O Morpheus combina microagulhamento com emissão de radiofrequência em profundidade.
As microagulhas do Morpheus criam microlesões controladas na pele. Ao mesmo tempo, a radiofrequência gera aquecimento nas camadas internas.
Essa combinação permite atuar tanto na qualidade quanto na retração da pele.
Sim. A associação de Endolaser com Morpheus pode ser indicada dependendo do grau de flacidez e da resposta esperada.
Porque os mecanismos de ação são complementares. Enquanto um atua com maior intensidade na retração, o outro amplia o estímulo biológico da pele.
A decisão depende da avaliação clínica e dos objetivos do tratamento.
Não existe protocolo único.
A indicação considera:
Essa análise define qual tecnologia será utilizada e se haverá associação entre elas.
A flacidez não se apresenta da mesma forma em todos os pacientes. Pequenas diferenças na espessura da pele ou no volume residual já mudam a indicação.
Sem avaliação, há risco de escolher um tratamento com estímulo insuficiente ou excessivo para aquele quadro.
A construção do plano parte da análise clínica detalhada.
A partir disso, é possível indicar a abordagem mais adequada e organizar a sequência de sessões.
Após o emagrecimento, a flacidez corporal passa a ser uma das principais queixas no consultório. O tratamento não depende de uma única tecnologia, mas da escolha correta conforme o grau de alteração da pele. Quando essa indicação é bem-feita, é possível estimular colágeno, promover retração e melhorar o contorno de forma progressiva. Na Clínica Dra. Gianna, esse processo começa com uma avaliação detalhada, que orienta a escolha das técnicas e a forma como serão combinadas. Esse cuidado permite trabalhar a flacidez de forma direcionada, respeitando o momento da pele e a resposta esperada ao tratamento. Agende sua avaliação!
Agende uma avaliação e saiba mais sobre os tratamentos e protocolos estéticos mais indicados para potencializar suas características naturais.
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